Um desafio chamado São Silvestre

22 de janeiro de 2015

Mais tradicional corrida de rua do Brasil contou com participantes locais e aposta inusitada como motivação

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Na véspera da virada de ano, 30 mil pessoas do Brasil e do exterior tomaram as ruas de São Paulo para a tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, que em 2014 chegou à 90ª edição. E entre a multidão de competidores, marcou presença um grupo de são-mateuenses. Etíopes à parte, a prova foi movida para eles por um desafio pessoal e pela boa amizade, acima de qualquer competição.

O grupo foi formado por Marcelo Augusto Calça, Fernando Lopes, Márcio André Rosso, Adriano Padilha Pageski, Gisele Torres, Patrícia Carvalho e Juliano Précoma Moreira , todos enfrentando os 15 quilômetros da tradicional competição pela primeira vez. “A corrida para mim foi um desafio para fechar as conquistas de 2014 com chave de ouro e renovar as energias para encarar 2015”, declara Fernando.

Segundo o grupo, a preparação para a prova começou há mais de um ano, de forma bem-humorada. “Quem ficasse por último do grupo pagaria toda a bebida da noite”, contam. O desempenho da turma foi bastante semelhante, e o que predominou foi o bom espírito esportivo e o bom humor. “A São Silvestre foi um desafio emocionante, mas sinceramente esperava mais dos meus companheiros gordos, sedentários e preguiçosos”, diverte-se o ancião da turma, Marcelo, que obteve o melhor tempo dos sete (1h19m21).

Em seguida veio Fernando (1h39m51), Márcio (1h53m16), Adriano (1h53m17), Gisele (1h54m52) e Patrícia e Juliano, que chegaram juntos (1h55m29). A título de curiosidade, o etíope Dawit Admasu venceu a prova masculina com tempo 45.04 minutos.

Foto: Divulgação

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