Um brinde à nossa história

21 de novembro de 2014

Republicação de coluna semanal publicada originalmente na versão impressa do jornal ACONTECEU, no período de 2009 a 2011

Na história de São Mateus do Sul houve muitas fábricas que já não existem mais, e que contribuíram para o crescimento da cidade durante determinada época. Uma delas foi a do Café Sol, de propriedade do imigrante austríaco Max Wolff (pai do tenente Max Wolff Filho, herói morto na II Guerra Mundial). Anexo à fábrica movida a vapor, havia um depósito de lenha picada e um trapiche para lavagem de automóveis.

Outras bebidas já produzidas no município foram refrigerantes, como a gasosa Coty, gengibirra e a água de mesa Crystal, amplamente consumidos em todo o Paraná. Os produtos eram da empresa São Bernardo, de propriedade do senhor Alberto Amaral Wolff, que começou a produção em 1924.

Também tivemos uma fábrica de cerveja, de propriedade do senhor Gustavo Ehlke, localizada nas proximidades de onde hoje se encontra a empresa Vicari. Infelizmente, muitas informações sobre esses estabelecimentos se perderam, e é por isso que é preciso preservar nossa memória, registrando os fatos com fotografias e textos.

Um abraço! Até a próxima edição.

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Inauguração da cervejaria de Gustavo Ehlke, uma das fábricas de bebidas que São Mateus do Sul já comportou

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Ambiente interno da fábrica de refrigerantes e café de Alberto Amaral Wolff

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Fábrica de café de Max Wolff

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Fábrica de refrigerantes de Alberto Amaral Wolff

 

José Nelson Chaves de Souza

jnelson.souza@gmail.com |

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