De porto em porto

10 de julho de 2015

Republicação de coluna semanal publicada na versão impressa do jornal ACONTECEU entre 2009 e 2011

 

Seguindo pelos caminhos do rio Iguaçu, aportamos nesta edição em Rio Negro, em 1935. Entre os portos de São Mateus do Sul e o de lá eram cerca de 160 km de rio — a mesma distância entre São Mateus e Porto Amazonas, via Iguaçu. Neste ponto, que também foi bastante importante durante a fase de ouro da navegação, podemos ver a estrada de ferro.

Continuando nossa viagem, passamos por São Mateus, onde vemos o vapor Pery, próximo à balsa, no caminho para a fazenda Pedreira. Entre as pessoas da foto está o senhor João Belezoski, maquinista.

E finalmente chegamos a Porto Amazonas, onde na foto se encontra o vapor Paraná, próximo à curva do Bettega (vemos na foto a serraria Bettega), onde havia um muro para o barranco não desmoronar. Ainda estão em pé partes desse muro.

 

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Porto de Rio Negro, em 1935

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O Vapor Pery, em São Mateus do Sul

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Vapor Paraná, na “curva do Bettega”, em Porto Amazonas

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Crianças assistindo admiradas a chegada de um barco a vapor

José Nelson Chaves de Souza

jnelson.souza@gmail.com |

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