Lâmpadas incandescentes são banidas do mercado

08 de julho de 2016

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Foto: Ilustrativa da internet

A Portaria Interministerial 1.007/2010, proibiu a comercialização e fabricação de lâmpadas incandescentes no Brasil. A restrição, válida a partir da última sexta-feira (01), visa diminuir os índices de desperdício de energia elétrica no país. Os estabelecimentos que desobedecerem a nova lei, receberão multa que varia de R$100 à R$1,5 milhão. De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Immetro), uma lâmpadas incandescentes de 60 wats gasta mais energia que uma lâmpada fluorescente compacta de 15 wats.

 

Uma conta econômica

Entenda as vantagens na substituição por outras lâmpadas

 

Fluorescente compacta

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Ilumina um ambiente da mesma forma que a incandescente de potência superior. Isso significa uma economia de 75% na conta de energia elétrica. O valor de uma lâmpada fluorescente é mais elevado. Porém, seu preço torna-se mais barato, em uma somatória de consumo anual.
Os dados da Agência Internacional de Energia (AIE) indicam que o consumidor de uma casa, com até seis cômodos, que substituir todas as lâmpadas incandescentes (uma por cômodo), por fluorescentes compactas, pode economizar mais de R$500, 00 por ano.

 

Lâmpada de LED

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Ainda mais econômica que a fluorescente, uma lâmpada de LED de 10 wats tem a mesma capacidade de iluminação de uma incandescente de 60 wats ou de uma lâmpada fluorescente compacta de 15 wats. A desvantagem está no preço. Pode ser até R$30 mais cara do que a versão incandescente.

 

O Immetro afirma que a fiscalização para o cumprimento da lei no varejo, está sendo delegada aos institutos de Pesos e Medidas (Ipem), dos estados. O Instituto explica que a medida não foi criada “de última hora”. Comerciantes e fabricantes estão cientes da lei desde a assinatura da portaria, em 2010. Também está proibida a fabricação e importação de lâmpadas incandescentes de 25 até 40wats.
Os comerciantes de São Mates do Sul, já se adaptaram a nova lei e retiraram os itens de circulação, mesmo antes do início da norma. Com vários anos de atuação no mercado, o proprietário de um popular supermercado local, Gilson Padilha, disse que a retirada das lâmpadas incandescentes foi feita conforme a medida, mas afirma ter dúvidas pessoais sobre a resistência dos modelos fluorescentes. “Notamos a adequação dos consumidores pela procura constante de lâmpadas fluorescentes, nos últimos anos, mas o que chamou nossa atenção foi a troca recorrente desses itens, além da reclamação de baixa durabilidade, relatada por vários clientes”. Explicou Gilson.
A mesma questão foi apontada por outros comerciantes de São Mateus do Sul, entrevistados pelo jornal ACONTECEU. Os relatos mostram somente as lâmpadas de LED como campeãs em durabilidade.

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